sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

PROJETO MISSIONÁRIO DA IGREJA EVANGÉLICA EMANUEL.


 
IGREJA EVANGELICA EMANUEL
Rua Clemente Simeão, 254 Vila Juliana
CEP 83306-140 – Piraquara – Pr.
Fone 55 41 99222-6865


PROJETO MISSIONÁRIO
  Ao retornarmos da África, onde servimos como missionários por seis anos, para tratar da saúde de minha esposa. Deparamos com uma nova realidade eclesiástica no Brasil e por desejar profundamente buscar viver os princípios e valores do Reino de Deus, só tivemos uma saída: Iniciar um novo ministério. Assim iniciamos as atividades da IGREJA EVANGÉLICA EMANUEL com o propósito de entender, viver e propagar os princípios e valores do Reino de Deus encontrados na Cosmovisão Bíblica, bem como na Cosmovisão Judaica e Cristã: a única capaz de influenciar e transformar as demais cosmovisões e culturas existentes.

Geralmente quando pensamos na obra missionária, aqui no Brasil, nos reportamos para o nordeste ou norte do país ou os países vizinhos e outros Continentes.
Talvez por falta de conhecimento, ignoramos o fato de que aqui no Sul do país existem grandes desafios missionários como é o caso do Rio Grande do Sul.
Quando estávamos na África, conheci o pastor Luis Antonio Cabral e sua esposa Juremir Dinat Cabral. Tivemos vários contatos e ao regressarmos para o Brasil nos conhecemos pessoalmente.
  Surgindo o interesse de trabalharmos juntos e a possibilidade de iniciarmos as atividades da Igreja Evangélica Emanuel em Bento Gonçalves Rs., onde o trabalho ficará a cargo do Pr Luis e sua esposa Miss Juremir, passamos a entender que existe um plano de Deus nessa união, pois o Rio Grande do Sul é hoje, um grande desafio para a missão nacional.
Segundo pesquisas o “Rio Grande do Sul é o estado onde se concentra o maior número de cidades com índice “zero” de evangélicos – 9 cidades ao todo.”[1] 
  [...] A região Sul também possui a menor taxa de crescimento anual de evangélicos em todo o país. Entre as 20 cidades brasileiras com maior índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão no Rio Grande do Sul e 4 aparece no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis de Novembro, Viamão e Bagé.[2]

Pasmem: “Estado entre os melhores do país em indicadores sociais, o Rio Grande do Sul lidera estáticas em uma área que preocupa governos e intriga pesquisadores: o de recordista em taxa de suicídio.”[3]
“Órgãos de saúde do Estado tentam quebrar o silêncio sobre um tema sempre delicado e ampliar o atendimento a pacientes que consideram em situação de risco. Os gaúchos têm índice que atingem o dobro da média nacional.”[4] Por esses e outros motivos, cremos que Deus está nos enviando para este campo missionário e juntos com os irmãos Gaúchos iniciarmos uma colheita de vidas para Jesus.

  Segundo Letícia Duarte: "Três gaúchos morrem a cada dia de uma doença invisível. Um mal silencioso e silenciado, sombreado pelo tabu. Até pouco tempo atrás, dizia-se que era tão perigoso que melhor nem falar sobre isso. As palavras poderiam matar."

Prosseguindo Letícia  faz a seguinte afirmação:

Só que o silêncio tampouco ajuda. À margem das discussões públicas, os casos se alastram. Mais de 800 mil pessoas cometem suicídio por ano no mundo, o que representa uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, são 32 mortos diariamente, taxa superior à de vítimas de aids e de alguns tipos de câncer. E o Rio Grande do Sul lidera os registros no país, com 10,4 casos a cada 100 mil habitantes – é o dobro da média nacional. 

 http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2016/09/suicidio-o-mal-invisivel-que-mata-mais-de-mil-gauchos-por-ano-7401401.html Acesso:08/11/16.


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